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A revolução tem nome : Netflix

4 de julho de 2018 ⋅ admin
Informação


Você com certeza já ficou horas com o rádio ligado apenas para ouvir sua música favorita. Ou que tal, esperar um dia inteiro para ver mais um capítulo de sua novela favorita? Claro que todo mundo já passou por situação parecida, pois é assim que os meios de comunicação tradicionais colocam o seu conteúdo disponível para as pessoas, seguindo uma grade de programação que foge do controle dos seus espectadores.

No inícios dos anos 2000, essa tendência tem sido enfraquecida devido à popularização da internet, onde os downloads dominaram a internet com a disseminação de conteúdos que na TV e no rádio só tínhamos um acesso bem restrito.

Foi na internet, que nasceu o fenômeno do Streaming, que nada mais é do que o acesso ao conteúdo de maneira simples e direta através de um link da internet e sem a necessidade de downloads e armazenamentos. Assim, facilmente nos deparamos com uma infinidade de conteúdo disponível para qualquer pessoa com acesso à internet e a um clique de distância, literalmente.

Foi com esse objetivo que nasceu o Netflix. A empresa que começou como uma locadora de vídeo, com o crescimento e popularização da tecnologia e a veemente extinção das locadoras de vídeo, se colocou um passo a frente dos seus concorrentes e investiu pesado para disponibilizar seu conteúdo online através do Streaming. Muito cedo, devido também ao seu preço muito acessível, o Netflix conseguiu uma enorme gama de clientes que estavam dispostos a pagar pelo seu conteúdo e serviço.

A evolução do negócio é o que empolga ainda mais os fanáticos por séries e filmes. A Netflix tem investido pesado na criação própria de conteúdo e “matado a pau” com as suas séries de autoria própria como o hit do momento “House of Cards” e as suas séries coadjuvantes Orange is the New Black e Arrested Development.

 

 

O sucesso do Streaming não se prendeu apenas ao Netflix. Logo, nasceram inúmeros serviços de Streaming também de músicas, como o Spotify, Deezer, Rdio entre outros, criando assim um mercado poderoso e que movimentam milhões de dólares todos os anos.

O sucesso da empesa vem despertando o sinal vermelho nas empresas de TV aberta. Com mais de 50 milhões de usuários ativos, pela primeira vez temos uma ameaça veemente para as empresas tradicionais de produção de conteúdo. E não á pra menos, especula-se que até mesmo a National football League, responsável pelo campeonato de futebol americano dos Estados Unidos e de um dos maiores eventos esportivos do mundo, o Super Bowl, já estuda nos bastidores a transmissão do evento apenas através de Streaming e não na TV aberta como tradicionalmente é feito. O evento teve mais de meio milhão de espectadores simultâneos no ano de 2015.

Com isso, podemos estar presenciando a revolução da TV como conhecemos, partindo para uma espécie de conteúdo qual o usuário é quem tem o poder de escolha, sendo possível escolher quando e o que assistir. A grande verdade, é que saímos de uma plataforma de downloads ilegais, para voltarmos a pagar pelo conteúdo que assistimos. O que é muito importante para as gravadoras, que já não tinham seu conteúdo monetizado dessa forma há pelo menos uma década.

 

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